Viagem Cultural a Paris

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           Aeroporto Sá Carneiro. A viagem começou com a concentração dos adolescentes, muito entusiasmados, pais com saudades antecipadas e professores repletos de responsabilidades. E o grau de emoção manteve-se elevado ao longo dos dias.

            No primeiro dia, após o check-in no hotel, iniciou-se a nossa aventura subterrânea, uma vez que muito do tempo foi passado a viajar nos túneis do metropolitano. Seguimos em direção ao “Carrossel do Louvre” onde almoçámos para posteriormente visitar o museu, no qual a professora Ana Elisa Freitas mostrou a sua vocação para guia turística. Ficamos todos arrebatados pela beleza dos sarcófagos, esfinges e estátuas, na ala dedicada ao Antigo Egito, e rodeámos a vitrine que albergava uma múmia de verdade, tirando fotografias e olhando com admiração. Deslocamo-nos pelo corredor grená até à sala onde está exposta a Monalisa, que nos seguiu com o olhar, até conseguirmos finalmente “furar” a multidão (maioritariamente constituída por asiáticos) que a rodeava, para tirar meia dúzia de fotos. Infelizmente, não tivemos oportunidade de visitar as outras secções do museu do Louvre, visto que o tempo já estava apertado e o Arco do Triunfo já estava à nossa espera para mais uma sessão de selfies e fotos de grupo.

            Apesar das reduzidas horas de sono, começámos um novo dia cheio de energia e entusiasmo, ou não fosse o destino a DisneyLand. Chegados lá, ficámos fascinados pela beleza dos edifícios, pela música de fundo proveniente das enormes colunas e do ambiente mágico que parecia realmente “retirado” de um filme. Com as cabeças adornadas com as orelhas da Minnie, fizemos escala em todas as montanhas russas e assistimos a desfiles temáticos. Foi o dia mais frenético, onde não faltou adrenalina e muitas gargalhadas.

            No terceiro dia fomos fazer uma visita à casa de Luís XIV, que certamente quereria que o seu palácio brilhasse tanto como o nome que lhe foi atribuído (Rei Sol), o que justificava a enorme quantidade de detalhes em ouro, tanto no interior, como no exterior. As salas eram verdadeiramente grandiosas, exibindo vários tipos de mármore e belíssimas pinturas no teto. Quanto ao chão…ficámos na dúvida se serviria para jogar xadrez. Caso contrário, o que explicaria tantos quadrados pretos e brancos?

            Da parte da tarde fizemos um cruzeiro no Rio Sena, que nos deu uma perspetiva fantástica da arquitetura parisiense e da enorme quantidade de pontes. A vista da cidade era magnífica e a paisagem era digna de registo. Na ida para o restaurante, ao cair da noite, pudemos ver o quão bonita é a Torre Eiffel quando está iluminada, tornando Paris verdadeiramente romântica e fazendo jus à sua designação de cidade do amor.

Para terminar o dia em beleza e festejar o aniversário da Catarina Zanatto, “demos um pulinho” ao Hard Rock Café onde, ao som de boas bandas sonoras, lhe cantámos os parabéns com direito a uma fatia de bolo.

            A manhã do último dia começou por servir para arrumar as últimas coisas na mala, o mais rapidamente possível, e rezar para que os souvenirs lá coubessem, pois o fabuloso Museu de Orsay já nos aguardava. Encantaram-nos as obras dos vários artistas, bem como o grande relógio que nos lembrou de imediato o universo de Harry Potter, pela sua semelhança com a estação de King’s Cross. No caminho para a Catedral de Notre-Dame fomos alertados sobre os mercados de livros, bandas desenhadas e outras antiguidades em segunda mão, característicos da zona.

            Com muita pena, anunciamos o último destino da viagem: Montmartre. As manifestações dos coletes amarelos obrigaram à mudança de várias plataformas no metro, o que nos permitiu assistir a pequenas atuações de vários artistas, embora a mais marcante tenha sido o “Bella Ciao” ou “Penta Xau”, para quem preferir, tocada por um senhor muito carismático no seu acordeão. Montmartre é, de facto, uma zona encantadora e foi penoso tê-la abandonado tão cedo. As ruas, muito pitorescas, emanavam um delicioso cheiro a crepes a que, como é óbvio, não fomos imunes. Houve até quem comesse um salgado e um doce, para ter a experiência completa.

            Lamentavelmente, a hora de regressar a Portugal aproximava-se, mas o que importa é que correu tudo pelo melhor. Por isso, fazemos questão de dirigir um agradecimento especial aos nossos professores Marisa Oliveira, Marisa Couto, Ana Elisa Freitas e Rui Mascarenhas, por terem garantido a nossa segurança e terem sido nossos companheiros de diversão nesta aventura maravilhosa.

 

Ana Luísa Bordalo, 9B

[2019-03-10]

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